20/10/2014

FELIZ DIA DO POETA - 20 DE OUTUBRO

ALGUNS  POETAS  DO  AMAPÁ








14/10/2014

O MITO DA JUVENTUDE NA LITERATURA

Opinião

Escritor: jovem, bonito, simpático...


 

O autor jovem está em alta. Quem observou foi a minha colega de Digestivo Eugenia Zerbini em sua última coluna. Ela esteve na última Flip e se surpreendeu com a ênfase dada, na apresentação de alguns escritores, à sua qualidade de "jovem". Era "jovem escritor" pra cá, "jovem escritora" pra lá.

O mito da juventude, tão explorado pelo marketing e pela moda, seria o novo filão do mercado editorial, concluiu ela, espantada quando soube de uma agente literária especializada na faixa etária mais baixa. "Mas você já tem 30 anos!", imaginei a tal agente argumentando a um candidato a fazer parte de seu "cast". E o coitado se arrependeria de ter preferido ler alguns clássicos antes de começar a escrever o primeiro romance. A escrita, como se sabe, parte sempre da leitura. Mesmo se considerarmos a vertente que defende uma boa biblioteca como mais relevante do que uma experiência de vida alentada (numa espécie de disputa entre a literatura erudita de Borges e a aventureira de Hemingway), algum tempo físico se faz necessário ao jovem para tornar-se de fato um escritor.

Em determinados ofícios, ao contrário, a pouca idade é imprescindível. Em geral, são aqueles relacionados à aparência ou desenvoltura física, como no caso dos atletas e modelos. Sempre achei muito triste a carreira curta dessas pessoas, consideradas "velhas" com vinte e poucos anos. Se não despontaram ainda adolescentes, logo são abandonadas por treinadores, tutores e empresários, todos de olho em "novas promessas" - em geral crianças treinadas por seus pais desde cedo para serem tenistas de ponta, virtuosos da música clássica, primeiras bailarinas. Ou ainda novas Giseles, tão logo revelem corpos esguios e rostos exóticos.

Quando ouço na TV um comentarista vaticinando, com naturalidade, que aquela será a última Olimpíada ou Copa do Mundo de determinado atleta, imagino o pânico de viver tal contagem regressiva tão cedo. Como se fosse uma primeira morte, antes daquela que será precedida pela velhice real.

Agora, faria sentido um autor ser considerado "velho" porque "já" tem 40 ou 50 anos? Porque não é mais uma promessa mercadológica? Mesmo sem sentir-se descartado, se apostar em suas qualidades literárias, ele deve perceber que a juventude tornou-se um atributo hoje desejável ao qual não tem mais condições de corresponder.

Como a escrita não exige esforço ou desenvoltura física, duas hipóteses justificariam o interesse maior por um jovem escritor do que por outro que não pode ser apresentado desta forma. A primeira é a de que a aparência física, em tempos de feiras literárias, palestras e muita exposição pública, precise atender aos parâmetros de beleza e juventude vigentes no mundo das celebridades. O escritor seria mais um artista a sofrer com este tipo de exigência estética, como já acontece com atores ou cantores.

A segunda hipótese é a de que a literatura produzida pelo jovem tenha um frescor ou uma contemporaneidade que a destaquem da mesmice do mercado, ou da tradição que precisa urgentemente ser renovada. Neste último caso, de qualquer forma, ou acredita-se numa espécie de genialidade inexplicável, evocando-se os grandes autores que escreveram cedo grandes livros, ou imagina-se que a "novidade do novo" será suficiente, e compensará alguma ingenuidade e falta de maturidade (conhecimentos, vivências, leituras) inevitável em um escritor de pouca idade.

A ironia é que a confirmação do talento de autores festejados pelo atributo da juventude virá somente com o tempo. Ou, quem sabe, acharemos natural "consumir" autores jovens para descartá-los depois do segundo ou terceiro livro, em nossa busca por respostas do mundo contemporâneo aos dilemas da arte, e especialmente da literatura.

***

Longe do universo da cultura ou dos esportes, a valorização excessiva da juventude parece afetar hoje uma penca de profissões. Com exceção de poucas e sólidas carreiras, como a medicina ou a advocacia, em várias áreas as qualidades relacionadas à experiência são desprezadas, enquanto aumentam de status aquela evocadas pela condição de jovem dos novos profissionais.

Em coluna recente, a jornalista Cora Rónai fez um mea culpa por ter caído na armadilha, depois de receber o puxão de um leitor. Ela havia se referido, em texto anterior, a "duas arquitetas jovens, simpáticas e competentes". Marcos Josuá, arquiteto de 63 anos, deu uma bronca exemplar, reproduzida pela colunista:

"Sempre me parece que ser jovem é um atributo a mais para a profissão, quando deveria ser ao contrário, pois quanto mais velho, mais sábio e experiente se é. Além disso, todo arquiteto é obrigado a ser 'jovem', mesmo que tenha 90 anos, pois tem que estar antenado com os novos materiais que surgem e com as tendências da arquitetura, além de ter a mente aberta a qualquer novidade. Isto parte até mesmo dos próprios profissionais da área, que nas Casas Cor da vida insistem em denominar os ambientes que criam como 'o quarto do jovem casal' ou 'o apartamento do jovem executivo' e por aí vai, como se as pessoas de mais idade não existissem e não precisassem de quartos ou de apartamentos."

Marta Barcellos é colunista do Digestivo Cultural.
Leia mais artigos da autora em Digestivo Cultural

15/05/2014

CRÔNICAS E POEMAS DO DR. PAULO REBELO

CARTA AO FILHO LONGÍNQUO


Meu filho,

Aguente firme a distância, a saudade, o frio, as noites de solidão...
Os teus desafios intermináveis e problemas não resolvidos só aumentam a tua e nossa dor. Esse é o destino.

Parece que adoecemos juntos, nos enfraquecem nossos sonhos conjuntos. Fraquejamos na fé. Isso é humano!
Nada podemos fazer a não ser pedir ao CRIADOR que Ele ilumine teus caminhos... Que Ele nos conforte.

Ao deixares a nossa casa, nós pais o permitimos e te incentivamos com o coração partido, cientes que fizemos por ti o nosso melhor, ainda que inseguros e repletos de dúvidas, de defeitos inconscientes, mas esperançosos!

É que um dia contestamos nossos pais, também; fomos irreverentes, ousados, sonhadores, aventureiros e irresponsáveis.
Assim como o foi para nós, sabíamos que esse derradeiro dia iria chegar e tu, nós, teus pais, seríamos postos à prova de fogo!
Aqui estaremos sempre esperando pelo dia em que tu voltarás para nossa casa, para nos demonstrar toda a glória de tuas grandes conquistas!
Diremos, então, para o mundo que um dia ousou nos desafiar:

VENCEMOS!
Teu pai, Paulo Rebelo, 2014.

Dr. Paulo Rebelo (no centro da foto) com os seus familiares


A VIDA DO MÉDICO COMO ELA É

Aquele era mais um dia laboral como outro qualquer. Como de costume, na padaria, fazia ele o seu desjejum quando subitamente sentiu um forte golpe no peito, seguido de palpitações rápidas e incessantes. Logo veio a sensação terrivelmente angustiante de dispneia e mal-estar indizíveis. Quis ele fugir dali. Tossiu com força, prendeu a respiração, caminhou para lá e cá e nada! Percebeu que pouco a pouco piorava; náuseas, sudorese fria agora lhe acompanhavam; chamou-lhe atenção quando alguém disse esbaforidamente: - “Meu Deus! O senhor está pálido!” Não sabe dizer como chegara à UBS, pois sentia a morte à espreita. A enfermeira recém-formada não conseguiu medir sua pressão nem pulso. O médico julgou que fosse por falta de experiência, mas nem ele pôde fazê-lo! Ainda consciente o jovem paciente negou que tivesse ingerido bebida alcoólica, que usasse droga ilícita ou tomado qualquer medicamento. Não havia história de doença cardíaca na família. Dizia estar estressado e ansioso, mas nada que comprometesse o seu bem estar geral.
Por um breve instante o médico parou para pensar diante da gravidade do caso e que não estava na emergência de nenhum grande hospital. Parecia ele mesmo querer passar mal. E agora? Pensou ele: não havia medicamento adequado ali. Absorto nesse rodopiante pensamento, o rosto severo de Hipócrates lhe surgiu claramente na mente. Disse-lhe a imagem: - “Aplique-lhe um VALSALVA! VAL-SAL-VA!” O paciente já agora agonizava com a pressão arterial inaudível e frequência cardíaca mais rápida do que a de um beija-flor. Sua cor era cérea e sua pele fria e pegajosa. Estava em estado de choque, denunciando que a morte se aproximara. O médico falou alto para que o paciente deitasse na posição supina e que trouxesse as suas coxas fortemente abraçadas de encontro ao peito. Era a uma manobra vagal. Depois de poucos segundos, como tendo dado um reset no computador, nem o próprio médico acreditou quando o ritmo cardíaco voltara ao normal e PA, 12 por 8! Como num passe de mágica, parece que tudo havia sido completamente irreal.
O olhar de admiração e respeito de todos ali, o choro copioso do paciente, entrecortado de declaração espontânea e sincera de "muito obrigado, doutor!", dita várias vezes, demonstraram que não havia sido um pesadelo; havia um visível ar de alívio geral. Em silêncio, encheu-se o médico de um orgulho pessoal contido e solitário.
No caminho para atender outro paciente, mal tendo tempo para refletir sobre o acontecido, pensou:- “UFA! Graças a DEUS!” Pensou ele em HIPÓCRATES, quisera agradecer a VALSALVA, pensou naquele desconhecido que não gravara o seu nome e que este não pôde sequer perguntar o nome do médico que o havia salvado. Pensou nos pais, na sua profissão, na esposa e filhos, pensou em si mesmo, ele mesmo um desconhecido para muitos... Tudo girou. Por fim, recompondo suas forças, disse para si: - “Isso é obra do CRIADOR. Sou apenas LUCAS, o SEU servo. É mais uma MISSÃO CUMPRIDA apenas!”.
Parecia querer espichar para mais longe seu pensamento enquanto levitava, quando ouviu a enfermeira dizer candidamente, mas em tom firme: - “Doutor, a dona Florentina está com a pressão muito alta! Se apresse!”.

Seu cafezinho já esfriara. Mal havia sentado, respirou fundo, contou até três e pensou: “Mãos à obra!”.






UM TEMPO INESQUECÍVEL QUANDO O MÉDICO ERA O

PRÓPRIO REMÉDIO




Ainda sou do tempo em que a ida ao consultório médico era um acontecimento quase que mágico. Minha mãe dizia com muita convicção, que aquela visita há muito agendada era o nosso compromisso mais importante do dia, talvez da semana. Éramos acordados mais cedo do que o usual. Vestíamos nossas melhores roupas. Havia certa excitação no ar, certo “frisson”, ainda que estivéssemos com alguma doença. Sair de casa já era diferente. Um pouco antes do amanhecer, o almoço estava garantido, pois ela o deixava pronto. Depois de tomar o café da manhã, lá íamos todos de lotação. A viagem era agradável. Os menores passavam por debaixo da roleta. No caminho, ela já nos avisava para que nos portássemos muito bem, pois a demora em começar o atendimento seria invariavelmente certa. A agenda do médico era sempre cheia, mas valia a pena esperar.

Aquele era o médico de sua confiança. Segundo ela, ele era o melhor pediatra. Era o médico que eu gostava, também.
Ansiosamente aguardado por todos, ele chegava quase sempre atrasado. Era compreensível. Todos ali sabiam que ele era um homem muito ocupado. Vinha de outro hospital. De um modo geral, não havia queixas maiores; no máximo um comentário aqui e acolá que o médico estava demorando. Curiosamente, lá parecia ser também, um ponto de encontro de velhos conhecidos. Aproveitava-se aquele raro momento para conversas parecendo intermináveis, às vezes, alarmistas sobre alguma doença “misteriosa”. Faziam-se comentários sobre as manchetes de jornais e notícias do rádio ou ainda sobre das vivências e experiências pessoais e familiares cotidianas, mas, sobretudo sobre o quanto aquele médico era atencioso e dedicado à sua profissão.
Ao passar sorrindo pela sala de espera rumo ao seu consultório, cumprimentava a todos com um efusivo “bom dia!”, claramente reconhecendo uma ou outra criança, chamando-a pelo nome.
Gostava muito de toda aquela atmosfera, ainda que às vezes, alguém dissesse sussurrando: “te aquieta menino senão o doutor vai te dar uma injeção!” (pensava mesmo eu que fosse comigo), algo que ele mesmo nunca o fez. O choro que se ouvia era daquelas crianças incomodadas pela própria doença. Muito são reminiscências. Guardo, entretanto vivo na memória, aquele ar de hospital, e enquanto ele prescrevia a receita com sua clássica e quase indecifrável caligrafia, ano após ano, quase sempre ele perguntava-me o que eu queria ser quando crescesse. (creio que, no íntimo, eu já tivesse uma pálida ideia).
Dizia: “abra a boca”... ”Assim... AAH... muito bem!”... “Respire fundo... de novo... huum”...
”Diga trinta e três”... “Agora, tussa!” Como aquilo tudo era diferente!
Terminado o exame, passando a mão na minha cabeça, ao dizer para minha mãe com firme convicção “ele vai ficar bom!”, é estranho, mas sinto como se fosse ainda hoje, que ao sairmos de seu consultório, eu já estava com uma fortíssima e reconfortante sensação de estar curado ou com os meus sintomas completamente aliviados sem sequer ter tomado um único medicamento seu!

* * * *
EU A VI!

Às vezes, já completamente absorto em seus pensamentos, num estado quase onírico, ele se perguntava a todo instante se aquele belo ser que acreditava ter visto outro dia poderia ser, de fato, real ou fruto de mais um de seus loucos sonhos; de qual estrela teria ela caído? Ou seria ela a própria estrela?
Certa noite fria, arrebatado por aquela visão que o atormentava, imaginou ser ele um dos Reis Magos e que, realmente, vira uma linda estrela cadente no firmamento. Guiado por forte emoção, pôs-se a caminhar apressadamente ao seu encontro, na longa e escura noite adentro.
Imaginou estar com ela, mas... dizer-lhe exatamente o quê? Que ele estaria por ela encantado? Que gostaria que dele fosse ela sua propriedade eterna? E se não tivesse a coragem de dizê-lo, o seu olhar seria capaz o suficiente de transmitir-lhe a intensidade e forma de tudo o que sentia por ela? Ela o entenderia? Queria tocá-la com suas próprias mãos, acariciar densa e suavemente seu rosto por um breve momento apenas, somente para materializá-la dentro de si para sempre. Ela o rejeitaria? Enfim, o que fazer se ela nem sequer o conhecia?! Por um instante, ficou aflito e inseguro. Confuso, perdeu a voz. Seus olhos marejaram.
Acordou transpirando frio, mas o corpo ardia como brasa. Com o coração palpitando a mil, faltou-lhe o ar, fugiu-lhe a luz. Imaginou ter chegado o seu fim. Não! Era mais um daqueles sonhos, enfim. Aliviado, sob pálidos traços de lucidez, vagamente sorrindo para si mesmo, se deu conta de que uma imagem tão real ou imaginária, daquela mulher tão bela, não era para ser posse sua jamais, mas para ser contemplada e sentida infinitamente, como quem respira o ar para continuar vivo, pois ela não só pertencia à beleza radiante do mundo como ela mesma era a própria, o ponto alto de sua criação; o mundo se expressara e se completava através daquele ser tão lindo e puro... Assim, amá-la-ia dessa forma, resignou-se ele, pois se a aprisionasse em seu coração, na sua mente, como incontáveis vezes assim o desejou ardentemente para toda a eternidade, pensou ele, ela perderia o viço; o mundo, cor e graça.
Ele, também, por fim, definharia.
Então, compreendendo a grandeza e a razão da existência daquela bela criatura, indelevelmente marcado por ela, ambos finalmente livres e ele, agora em paz, tomado por um imenso e transbordante contentamento daquele tipo impossível de ser humanamente contido, disse bem alto e confiante para si e para todo o universo ouvir- “Acreditem todos, eu a vi e a amei! Não foi um sonho!”. 

Paulo Roberto Campbell Rebelo 
é médico cardiologista




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P  O  E  M  A  S

AMAREMOS


Ainda choras por amor...

Não te machuques mais

Porquanto não permita que tua desilusão
Se torne um desencanto com o amor
Não seria justo contigo
Não seria justo com o verdadeiro amor
Sei bem o que é isso

Parece que morreremos em breve

Houve um tempo, por isso, sofri também...
Dessa forma, te peço; cerre teus olhos agora

Logo imagine alguém enxugando docemente as tuas lágrimas
Enquanto longe o teu pensamento se esvai
Pode ser o mesmo algoz de teu sofrimento
Que tu o desejas tanto e perdoas
Só tu sabes o porquê
Ou outro que vem para mitigá-lo
Para redescobrir o teu sublime amor...

Sentes a suavidade de suas mãos tépidas acalentado o teu rosto?

Sim, pois afaga ele os teus cabelos melodiosamente entre os dedos
Agora ele te beija delicadamente com seus doces lábios molhados
Os teus sedentos lábios secos e salobros
Respire fundo. Sentes? Estás viva, sim!
Agora livre da dor, amada como verdadeiramente deverias ser para todo o sempre
Adormeces em meus braços...


¨¨ * * ¨¨ 

TU SENTES?


Amor meu,
Tu sentes o que sinto?
As ondas do mar azul que te observam com encanto?
O vento de proa desalinhando teus longos cabelos


Entre o sol que maliciosamente beija a tua pele e que enganosamente finge não te dourar?
Sim, estás segura disso; o teu belo sorriso monalístico te trai.
Somos todos teus agora...

07/03/2014

JOVEM ESTREIA NA LITERATURA COM UM ROMANCE DE SUSPENSE

Um romance cheio de mistério ambientado em Macapá é o enredo do livro A Anfitriã, do amapaense Elielson Júnior, 18 anos. O livro é o primeiro do autor e de uma série de suspense que promete instigar a curiosidade dos leitores para desvendar os mistérios que rondam os personagens da história.



Elielson, que é estudante do curso de direito, sempre foi fã da leitura de ficção e desde criança despertou o gosto pela escrita. “Aos sete anos quando li pela primeira vez o livro Harry Potter, fiquei encantado com a história e comecei a escrever pequenas histórias também, e foi na adolescência que descobrir que era isso mesmo que eu queria para mim”, conta o jovem.


O livro que começou a ser escrito em 2010, e levou dois anos para ser concluído, mas a história foi sendo publicada em partes no site do livro http://aanfitria.weebly.com. Uma maneira de interagir com os seus leitores. “Postavam em um site próprio para se postar história, e ver qual seria a resposta dos leitores, e sempre foi uma resposta bastante positiva”, destaca Elielson.



O lançamento oficial do livro acontece no dia 15 de março no Shopping Macapá, às 19h. O livro será vendido no local ao preço de R$ 40,00.

Texto: Tiago Soeiro - Blog da FLAP
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Contatos com o autor:
(96) 8106 0318 e 9132 8049